G randes momentos surgem de gestos pequenos.
R iscos calculados não são riscos.
A braços contidos não são abraços.
Z igotos fecundam pessoas, sonhos e destinos...
I dem para o sentimento puro, inesperado e fascinante:
E U TE AMO se materializa dia-a-dia, num jeito cativante.
L ibertando traumas e aproximando-se sem medo.
L aços como o da raposa de Sant’ Exupery não é utopia.
E xiste. É amor. Não é segredo.
--------------------------
Comentário:
Esta poesia foi escrita hoje, 1h51min, entretanto há alguns meses já existia na mente à espera do instante em que iria para o papel. A oportunidade foi a singela homenagem que intentei fazer para minha querida amada namorada, em comemoração a mais um aniversário de namoro. Por extensão, a respectiva poesia é alusiva à fantástica obra-prima “O Pequeno Príncipe”, sobretudo o maravilhoso diálogo da raposa com o príncipe:
“Se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro.
Serás para mim ÚNICO no mundo. E eu serei para ti única no
mundo...” – Saint’ Exupery
